Sobre o verdadeiro pecado!

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"O primeiro pecado da humanidade foi a fé; a primeira virtude foi a dúvida." Carl Sagan

terça-feira, 30 de maio de 2017

"CONTRA A MARÉ"- meu primeiro livro publicado e à venda!

É com muita honra que divulgo aqui o meu primeiro livro cujo lançamento ocorrerá em julho na Livraria Cultura (provavelmente do shopping Iguatemi aqui em Brasília) e, possivelmente, em São Paulo e em outras localidades. 

"Contra a maré" é um livro de crônicas, muitas das quais retiradas e aprimoradas daqui deste blog que tenho desde 2007, em que pese eu escreva crônicas desde 2002. 

Enfim, ainda não organizei o lançamento e, por enquanto, o livro está a venda na modalidade impressa e e-book neste link: https://www.clubedeautores.com.br/search?utf8=%E2%9C%93&where=books&what=claudia+de+marchi&sort=&topic_id= bem como estará disponível na Amazon e na Livraria Cultura, obviamente. 

Deixo-lhes o convite para adentrar no universo desta obra, através de um pedaço de sua introdução:

"Através destas crônicas, de cada opinião, vírgula, questionamentos e pontos o leitor tem acesso há um pouco de mim: de quem fui, do que sofri e das razões pelas quais me tornei a mulher empoderada e liberta que hoje sou
Ou será que a última razão trazida na frase acima não é respondida nesta obra? Não sei se posso ou devo afirmar algo tão pessoal e que. depende da sensibilidade do leitor, da sua capacidade de organização cronológica e de aferir os sentimentos escondidos por trás de cada letra, de cada palavra.
Fato é que fui contra a maré da mesmice, da “falsidade institucionalizada” e do comodismo e cheguei até aqui. Este livro não foi escrito para narrar minha trajetória. Ele foi escrito para quem gosta de temas variados (característica elementar a este gênero literário), bem como de situar-se no “tempo” de quem está por trás das palavras colocadas no papel. Para quem gosta de sentir mudanças sutis, variações delicadas e, também, revoluções intensas.
 Com “Contra a maré” posso lhes dizer que evolui muito. E que foi usando os braços e cada músculo do meu corpo para remar contra a hipocrisia que eu me descobri e me construí mulher. Mulher forte, mulher guerreira que eu nunca imaginei que seria. Foi nos desapontamentos e nas decepções que vivi que aprendi a dar chances somente ao que e a quem merece.
(...) 
Desejo que as crônicas aqui trazidas façam pensar, irritar, incomodar e apaixonar. Desejo que ninguém saia passivamente desta leitura. Desejo que ninguém saia sem sentir alguma emoção forte, seja ela qual for, porque se existe algo de tenebroso para mim, é não ser afetado por algo que fiz, seja uma leitura, seja uma viagem, seja uma relação sexual, seja um relacionamento afetivo, seja um diálogo regado a bom vinho.
Gosto de me sentir tocada e gosto de tocar, em qualquer forma de interação e vivencia. Desejo que, de uma forma ou outra, assim como você escolheu este livro, ele lhe toque e não se torne facilmente esquecível. Muita ambição a minha? Quiçá! Triste vida devem ter os que ambicionam pouco ou nada. Eu quero auxiliar pessoas a libertar-se e a pensarem “além” da caixinha do “socialmente adequado”, logo, se eu conseguir isso com alguém que seja, me dou por realizada.
Sigamos, portanto, contra a maré!"
Cláudia de Marchi




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